sábado, 1 de janeiro de 2011
Corpo
...que das palavras ditas de língua e saliva, saiam palavras doces que dizem o que o pensamento tem à dizer do outro que fala consigo mesmo, e tem o sabor de palavra não dita. Das mãos frias, saem o suor gelado do nervosismo contido, que ao relaxar, vem o quente da ansiedade, que faz das mãos frias, quentes, como a lavra que te consome endurece em rocha firme mãos sujas e obsoletas. Pele que de epiderme te faz pele seca, que no deserto te faz áspera e na água pele molhada, pele que derme te faz fria, que do gelo te faz dura e da imensidão de pele te faz única...
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Meu amor, cê tem que divulgar. Tá tão bonito!
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