conto histórias, que decifram o porque, parece real!
mais que palavras que ouvia por trás das portas e paredes,
escutava os sons do sino, um hino pra nós dois, e só ouvia,
piruetas constantes dentro de mim e tu choravas,
extremo era ser forte após o escorrer da chuva, e depois seco,
fatidicamente percebo gritos e vestígios de sua marca, que de mim não sai,
e de tudo dispertar novamente sem querer, e sem querer repouso
mas falta uma insuportável desilusão que machuca e dói, some,
seria outra vez, cada um com supostas vidas desfeitas, que desaparecem e vão, sem nome...
por Tarso Oliveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário