Entre cordas e arranjos dedilhados, faço versos de tons amadeirados,
A palavra cantada que de mim sai, entrelaça-se com o tom erudito instrumental.
Vejo o brilho dos meus olhos, enamorando o brilho de suas hastes,
Que de som encantado, cantado, rimado, tocado pela mão,
Queria ser ele, queria ter ele,
Trazendo lembranças, que fazem um grito, um jeito, um gesto uma canção,
Ser levado embaixo do braço, pra cima e baixo,
Ser sempre tocado por elas, as mãos.
Quando ao longe e de perto posso ouvi-lo falar em meu ouvido,
Com letras musicadas de amor e solidão,
Queria um dia eu cantar pra ele...
...Como é bom ter um amigo chamado violão
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